ITM no The Big Bang do PokerStars

vendo+fichas+pra+poker+dolar+pokerstars+neteller+skrill+uniao+da+vitoria+pr+brasil__BA613F_2

Primeiro ITM interessante, não que os raros ITM’s anteriores não tenham sido produtivos, do ponto de vista de aprendizado e/ou prática, mas esse foi ainda mais divertido, pois ganhei o tíquete de ingresso via meu blog no InteliPoker, devido a um post anterior intitulado “O intuitivo versus o dedicado estudioso”, demonstração clara de que estudo, dedicação, auto sinceridade e vontade, permitem conquistas.

Desde que passei a adotar uma atitude ativa, de estudo, prática e execução do poker, tenho percebido uma real evolução de determinados requisitos e atitudes em meu jogo.

Admito que nesse mês, por motivos profissionais, tenho me dedicado menos, mas mesmo com o ritmo mais lento, mantenho um controle de metas, baseadas em diversos fatores. Alguns fundamentos foram relegados a segundo plano, devido a demanda profissional, mas mesmo assim não descartadas.

Meu bankroll se mantem ajustado ao meu nível e limites, com significativo acréscimo de valores, dentro dos preceitos e características iniciadas em abril desse ano, mas melhor ajustadas a partir do momento vivenciado de choque. Momento este que me permitiu adequar meu gosto e evolução nesse grande jogo.

Concordo que ainda estou longe de conseguir 15 ITM’s nesse ano, mas o caminho está aberto, além do mais, já estive mais longe. Concordo que esse objetivo pode ser simplista, para muitos, mas aceito minha necessidade de gradual evolução. Humildade não quer dizer simplicidade ou falta de orgulho, no meu caso, apenas discernimento.

No tocante, especificamente, ao PokerStars, acredito que muitas conquistas são salutares serem suscitadas e mencionadas, entre elas, a manutenção do nível ChromeStar, a proximidade com a Recompensa Estelar inicial, um caixa superior em 24,1 vezes o iniciado, uma classificação interessante no School Online Series of Poker, mas acima de tudo um significativo Stop Loss.

Quanto ao ChromeStar em junho (139,38 VPP’s), julho com (294,88 VPP’s) e hoje 08/08/15 com (144,27 VPP’s), algo que me deixa orgulhoso, de fato, mas vislumbra um potencial no futuro próximo ainda melhor. Essa pode ser uma graduação, que alguns não concedem a devida importância, mas vejo como um desenho evolutivo. Considerado sobremaneira, diante da organização e otimização das minhas deficiências e perspectivas. Visualizei a possibilidade de atingir e manter SilverStar, concordo que devido aos meus atuais compromissos profissionais será complicado, mas está ali.

Ontem já tinha atingido o maior valor em meu caixa, mostrando a utilidade e fundamental importância do controle do bankroll, mas hoje com a posição 98º no The Big Bang, numa disputa que envolveu 753 jogadores inscritos. Consegui, além de atingir o maior valor já atingido por mim em um torneio, combinado com o maior valor em caixa, também perceber como o estudo, estratégia e dedicação podem permitir sucessos a longo prazo. Ciência de meus erros durante o torneio e determinadas deficiências é evidente, mas discernimento permitirá evoluir.

Portanto, o importante desse momento, não é um ITM ou o valor recebido, mas a humildade de perceber que existe condições desse jogador amador e por hobby, manter seu gosto pelo jogo e ainda assim evoluir. Espero que muito!

Saudações!

REPHA’EL

“Aquila non capit muscas“

Onde Estou? Dar raise para proteger sua mão é um erro?

Por Dusty Schmidt

Uma das frases que você mais vai ouvir em uma sala de poker é: “Não deixe que eles acertem o draw. Você tem que dar raise para proteger a sua mão”. O conceito de “proteger a mão” veio originalmente do limit poker, em que o preço das apostas é pequeno quando comparado com o custo de perder um pote. De qualquer maneira, em algum lugar na história do poker, esse conceito passou para o no-limit.Ao contrário do senso comum, você não precisa dar raise para saber onde se encontra na mão. Na verdade, posso assegurar que dar raise para proteger a sua mão, quando você está jogando no-limit hold’em, é um erro.

Veja um bom exemplo de uma mesa de NL100 (blinds: $0.5/$1):

Todos dão fold até o small blind (SB), que abre raise para $3. O big blind (BB) reaumenta para $10, o SB paga com seu par de Quatros e os dois veem o flop 8 5 2. O SB dá check-raise para $37, depois da aposta de $13 do BB.

Perguntado por que ele reaumentou, o SB respondeu: “Eu queria proteger a minha mão e descobrir onde eu estava”.

A verdade é que a jogada é muito ruim. Antes de colocar um terço do seu stack no centro da mesa, pense no tipo de informação que você descobrirá. Caso o oponente dê fold, você perceberá que tinha a melhor mão. Valeu à pena? Se ele aumentar novamente, você verá que tem a pior mão… ou não.

É preciso se lembrar disso: só por que ele reaumentou sua aposta, depois do flop, não quer dizer que ele tenha uma mão que o vença. Nessa situação, muitos oponentes podem empurrar com semiblefes – como 6-7, um flush draw de copas ou até duas overcards quaisquer como A-K. Ou seja, um check-raise no flop não irá dizer “onde você está”. Se você está fazendo uma pergunta com um raise, não espere uma resposta honesta. Isso é poker, não “Go Fish” [jogo de cartas, muito popular nos EUA, em que você tem que fazer perguntas para seus adversários].

Pagar o all-in seria quase tão ruim quanto o check-raise, mas pelo menos faria a primeira jogada ter sentido. Só há razão para fazer isso se seu oponente for tão agressivo que, quando todas as fichas estiverem no pote, você ainda estará à frente do range de mãos do adversário. Mas lembre-se que estar à frente do range de bet (aposta) do seu oponente é diferente de estar à frente do range de shove (all-in).
Então, qual a melhor jogada no flop? Bem, dar apenas call é uma opção, desde que uma das seguintes possibilidades seja verdadeira:

Seu oponente é extremamente passivo e previsível, e nunca irá apostar no turn, a menos que tenha um jogo muito forte.

Nesse caso, você pode dar call no flop e ir para o showdown sem gastar mais nada, tendo provavelmente a melhor mão. Quando ele apostar no turn, você pode desistir sem pesares. Sabendo que, nas duas últimas cartas, geralmente, seu oponente só melhorará o jogo dele perto de 25% das vezes, você dificilmente acabará largando a melhor mão contra esse tipo de jogador passivo.

Seu oponente é extremamente agressivo, e vai atirar no flop, no turn e no river, não importando quais cartas estiver segurando.

Contra um jogador que tem mais blefes do que valor em seu range, você pode dar call em todas as suas apostas, deixando que ele blefe todo o seu stack – isso em um cenário perfeito, o que não ocorre com frequência.

A verdade é que você irá dar fold muitas vezes quando tiver equidade para o call ou pagar um valor alto demais para ir até o showdown. Não estou falando que você gastará muito dinheiro, mas o problema é que o preço “não será justo”. Se há $20 no pote depois do flop, com ambos os jogadores tendo $90 restando em seus stacks, você terá que vencer quase metade das vezes* para justificar o seu call até o river. Mas isso simplesmente não vai acontecer se o seu oponente é cauteloso ao blefar ou ao apostar em todas as streets.

Sua outra opção seria dar call no flop e desistir no turn ou no river – mas, ao fazer isso, a mão não irá para o showdown, portanto, não valeria à pena nem o primeiro call, já que seu único valor é o de showdown.
Então, qual é a resposta? Fold.

Contra a maioria dos oponentes, o correto é dar fold antes do flop. Você errará o flop 7.5 vezes a cada 8.5 mãos e, geralmente, dará check-fold quando isso acontecer. Dificilmente, as odds serão boas o suficiente para jogar par de Quatros fora de posição. Contra alguém cujo range é muito forte, o call na 3-bet, por set-value (para trincar), é aceitável. Já contra um jogador que irá dar fold para uma 4-bet com grande parte do seu range, um novo reaumento é uma boa opção. Mas esses são casos específicos. Normalmente, o melhor a fazer é dar fold.

A história já provou que bons jogadores de no-limit hold’em largam a melhor mão, e com frequência – e isso custa menos do que tentar “saber onde você está”.

*90/(20+90+90) = 0.45, ou 45%

Originalmente em (http://www.cardplayerbrasil.com/site/revistas_ver2.asp?ed=67&cod=1694)

O intuitivo versus o dedicado estudioso

Motivação2 Pelo título em si, por que não pensar? E por que não ambos? Sim, concordo, mas antes de discorrer sobre isso, vale lembrar que o intuito deste blog é repassar as informações relativas a minha evolução ou instrução no mundo do poker.

Concordo, intuição é bom, dom natural melhor ainda, mas ambos podem ser melhor desenvolvidos com estudo, preparo, dedicação e paciência. Quase todos que lerem até aqui, pensarão ou dirão para si mesmo, lógico, mas nesse ponto devo advertir: “Não é bem assim, cara pálida! “

Alguns devem conhecer Tupac Shakur ou 2Pac ou ainda simplesmente Pac, quem não conhece, como bom fã, aconselho conhecerem, uma de suas músicas chamada “All bout u” (É tudo sobre você), ele diz:

“Wise decisions, based on lies we livin, scandalous times, this game’s like my religion.” (Decisões sábias, com base em mentiras que vivendo, vezes escandalosas, este jogo é como minha religião.)

Então nos deparamos com fatos, possuímos um pensamento naturalmente lógico e etc, mas o desenvolvimento dele é uma prerrogativa nossa e sobremaneira qual caminho determinamos nesse sentido.

O tempo que hoje dedico ao estudo do poker e suas particularidades, admito, ainda restrito ao Texas Hold ‘em, tem sido proporcional ao que passo jogando, distinguindo aqui o tempo para por em teste o aprendizado do tempo que passo jogando realmente. Não que exista distinção verdadeira, mas ao estabelecer uma zona de conforto para o cash game, metas e objetivos, fica diferente, entendem? Observo isso durante os 15 dias desde que iniciei essa estratégia.

METAS JUNHO:

1). No mínimo 21 horas de estudos e revisões.

2). Atingir e manter status ChromeStar no PS

3). Jogar no mínimo: Limit Hold’em (10) – SNGs Torneios nível 1 (10) – SNGs Torneios nível 2 (5) – SNGs Torneios nível 3 (2)

4). Jogar no mínimo 10 MTTs: $100K Privilege Freerol (1) – 30 Freerolls

5). Jogar no mínimo 30 Freerolls – School Online Series of Poker 2015 (O MÁXIMO POSSÍVEL) – Ligas PokerSchool Skill (10) – InteliPoker – Freeroll Raspe e Ganhe (1)

6) Stop Loss: (75x o maior BI)

Observação: Ainda existem outras metas genéricas, mas que não necessitam ser melhor detalhadas no momento.

Destaco que o jogar em si tornou-se um complemento ao estudo e não o contrário. As planilhas que utilizo cotidianamente, demonstram as mudanças no meu jogo e creio a relativa evolução que estou tendo, com variações ainda, claro.

 Games revisados:

Categoria Nº de Jogadores Colocação
MTT 3724 972
MTT 4689 136
SNG 360 295
SNG 360 150
SNG 45 28
MTT 391 118
MTT 446 400
MTT 662 83
MTT 5405 1626
MTT 23230 7038
MTT 4487 4326

 

Tenho noção das variações e falhas, algumas mínimas, mas que não passaram despercebidas, mesmo assim a confiança aumentou e com isso a vontade de manter a dedicação. Manter o plano, evoluir.

Das metas citadas acima, quase todas devem ser cumpridas até o final desse mês, se já não foram. Inclusive, atingi o status ChromeStar com uma média de 5,124 VPPs diárias (27/06/2015 20:03 horas) e uma variação de 15% acima do valor inicial em caixa, para muitos isso não deve ser grande coisa, admito que até eu pensava assim, mirar mais alto, buscar mais e por aí vai, mas parafraseando Mao Tsé-Tung: “Só progride quem é modesto. O orgulho obriga a dar passos para trás. ”

Sem arrependimentos, afirmo o lado intuitivo de cada personalidade, aliado a um consistente e dedicado estudo, podem e devem causar transformações, não apenas no Poker, mas na vida como um todo.

Com a Bankroll bem administrada, resta uma dica final, estudo de Outs & Odds, muito importante, mas esse assunto fica para a próxima, se a confiança e o aprendizado admitirem.

Saudações!

 

REPHA’EL

“Aquila non capit muscas“

Hand Pot Limit Omaha com KidPoker X Hand School Online ‘Series of Poker’ 2015

Apenas um achado interessante durante o período de estudos e observações, num intervalo do School Online ‘Series of Poker’ 2015.

Sempre interessante, além de estudar seu próprio jogo, acompanhar grande jogadores. Mesmo sem a necessidade de maiores apresentações:

negreanu2015

Daniel Negreanu

Assistam: Pot Limit Omaha com KidPoker

Agora uma das minhas mãos durante o School Online ‘Series of Poker’ 2015, não o se atenham ao resultado mas sim a perspectiva.

Sem interesse ou pretensão alguma de comparações, mas apenas demonstrar como a dedicação, estudo, trabalho e discernimento podem levar-nos a alcançar resultados interessantes.Essa mão teria sido diferente, em termos, algum tempo atrás.

REPHA'EL

Assistam: School Online ‘Series of Poker’ 2015

Ok, muito a ser aprendido, mas com perspectivas, acredito.

Afinal, estudo e prática podem ser interessantes no final.

Saudações e vamos jogar!

REPHA’EL

@rephaelpoker

“Aquila non capit muscas“

Qual o segredo do Poker? (Artigo para Iniciantes)

Muito bom o texto desse grande jogador, logo, compartilhar informações deve fazer parte de uma atitude proativa.

aakkari

Faz muito tempo que tenho vontade de desenvolver esta série de artigos aqui no blog e acho que chegou a hora.

Esta série é uma intenção de desvendar para você que esta começando a jogar poker a forma com que os profissionais pensam. Isto antes de qualquer estratégia mais avançada, coaching, treinamentos em escolas, vamos voltar para a raíz do jogo, vamos pensar no princípio que faz com que somente 2,5% das pessoas que entrem neste esporte sejam constantemente vencedoras, na verdade esta é a realidade em qualquer esporte, mas neste eu acho que posso ajudar você a fazer parte deste grupo.

No curso que fazemos no QG começamos um passo adiante deste que citarei nesta série de artigos, por isso, acho que são documentos como este que podem fazer com até mesmo para cursos e coachings as pessoas cheguem mais preparadas, falando a mesma lingua dos seus interlocutores profissionais.

Ver o post original 1.588 mais palavras

São Tomé ou Tomás???

darth-vader-face-614x460

Conheci o Poker a algum tempo atrás, mesmo antes de saber o significado do próprio jogo em si. Alguns anos mais tarde passei a jogar cartas, mas ainda longe do poker, jogos entre amigos, joguinhos de faculdade e etc.

Com o boom das salas de jogos online, fiquei novamente muito curioso, até me cadastrando em uma delas, mas ainda sem jogar ou saber do jogo. Vontade pura, mas sem execução.

Outros anos depois, por intermédio de um grande amigo, assisti uma pequena parte do final de um torneio live. Diversas frases, expressões e curiosidades completamente estranhas ou confusas. Mesmo assim tudo bem, mantive a curiosidade, ainda sem conhecer. Ahh, claro, filmes não contam, falar de mãos, cartas e coisas do tipo, apenas ficam no imaginário das brincadeiras entre amigos.

Finalmente, via os jogos online, mas não pelas propagandas, personalidades e pela grande difusão do jogo, decidi jogar, percebam, “decidi jogar”. Afinal de contas ganhar dinheiro todo mundo quer, sendo honesto, que mal tem? Grande e surpreendente engano, mas benéfico, pois aprender é sempre salutar e não falo aqui apenas do jogo em si.

Recuperando as informações dessa conta em uma sala virtual de jogos e descobrindo o básico do básico do poker, comecei a jogar, ganhei, perdi, descobri coisas novas sobre o jogo e gostei. Mas quando comecei a jogar o bendito cash game, entendi uma coisa depois de uma montanha russa no prazo de um mês.

Comecei com X, mantive uma pequena variação, aumentei esse X pra X+0.10, perdi esse X0.10 ficando com 0.08, recuperando X, perdendo e ficando com 0.03 sem X e me recuperando com para ficar com X1. Aqui foi o momento chave, outros ficariam felizes, bateriam no peito dizendo “Eu estou jogando, não foi sorte! ”, mas para mim foi um impasse que desvendou um outro mundo diante dos olhos. Tenho que aprender o básico, conhecer em si o jogo, pensa-lo e com isso me conhecer jogando, não apenas jogando, mas agindo diante dele.

Interrompi o jogo, busquei onde foi possível, fóruns, livros, google, ligando cada ponto, cada dúvida e seguindo a ligação. Palavras como Texas Hold`em, ICM, Omaha, Buy-In, Add-On, Big Blind, Kicker e por aí vão, começaram como um russo aprendendo com sotaque o aramaico. Igualmente ressaltaram lembranças do torneio que assisti, de alguns jogos que disputei recentemente, de acompanhar as informações das mesas para descobrir o significado das mãos vitoriosas.

Sem contar aqui a novas dúvidas, ainda tinha o stress com os chats, putz, estou jogando (tentando pelo menos) e ainda tenho que imaginar o significado dessa língua interna dos chats, pois LOL atualmente é conhecido, mas GG, GTG, NH, TY ou UW, na minha cabeça teriam sentido apenas para adolescentes.

Outro considerável e salutar engano, mas não por grandes problemas com a língua inglesa, mas a atitude prepotente de alguém que achava que a sorte pura prevalece e que não é necessário o conhecimento exponencial do Poker.

Durante essa premeditada e fundamental pausa fucei vários fóruns, escolas sobre poker, glossários, livros, podendo dizer até, como esses segmentos poderiam se complementar. Personalizei meu navegador com uma pasta de favoritos exclusiva sobre Poker e com os mais variados assuntos interligados.

Admito que ainda não sei jogar, mas estou estudando, o jogo e o meu próprio jogo, acompanhando outros jogadores, assistindo vídeos, revisando jogadas, buscando treinar, conhecer, explorar, assistir torneios, lendo textos, artigos, livros, fóruns. Pesquisando sobre jogadores, mas acima de tudo mantendo o elo das informações, cada assunto tem seguimento, continuação e vale a pena conhecer, posso até não os dominar, ainda, mas tentarei conhecer, estudar e absorver o máximo de informações possíveis.

Tentarei nesse blog, na medida do possível, apresentar o passo a passo desse caminho, escrevendo com o meu ponto de vista e com a confiança necessária, para acertar e/ou para errar, admitir, tentar corrigir e superar os meus próprios obstáculos. Igualmente compartilhar textos, conselhos e informações de outras pessoas, sempre lhes dando o devido crédito.

Após esse período recluso, mesmo assim, ainda precipitadamente, testando o que eu considerava ter aprendido, descobri que tenho muito desse básico do básico para aprender, mas hoje percebi o limiar dessa mudança. Não irei falar de X ou X0…, mas a atitude correta, humildade, interesse, dedicação, paciência, persistência, resignação e vontade, acreditem, ajudam muito.

Portanto, para quem ainda não percebeu pela leitura, passei de curioso/descrente para curioso/apaixonado, pois um mês efetivo de envolvimento com esse esporte mental, descobri arestas em mim mesmo que podem ser aparadas e como consequência melhorar minha vida, tanto quanto meu jogo.
Dica final, controle de Bankroll, muito importante, mas esse assunto fica para a próxima, se a confiança e o aprendizado admitirem.

Saudações e vamos jogar!

REPHA'EL

REPHA’EL

@rephaelpoker

“Aquila non capit muscas“